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Em 1911, Basílio Teles publicava um pequeno livro que juntava a um panfleto antigo (As Ditaduras) um conjunto de propostas (sob o título O Regime Revolucionário) que era, nas suas palavras, «a expressão fiel do que devia ter sido (…) a revolução republicana na sua fase inicial».

Por que razão a Inglaterra resistiu a Hitler, inicialmente sozinha, e foi a primeira a denunciar a «cortina de ferro»? Provavelmente, pela mesma razão que lhe permitiu assimilar todas as revoluções modernas sem nunca recorrer à Revolução.

Para quem queira fazer um curso hiper-intensivo de história económica portuguesa no período posterior à Segunda Guerra Mundial, não são mais de meia-dúzia os factos que precisa de conhecer. No final de todas as contas, o resumo do curso poderia ser o seguinte. De 1960 até 1973 Portugal registou um crescimento económico assombroso.

Criada em 2009 pelos descendentes de Francisco Manuel dos Santos, a Fundação com o seu nome tem como principal objectivo estimular o estudo da realidade portuguesa, com o propósito de assim contribuir para o desenvolvimento da sociedade, o reforço dos direitos dos cidadãos e a melhoria das instituições públicas.

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