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Portfólio - Cimeira Democracias #62

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Todos os anos o Instituto de Estudos Políticos recebe, na já tradicional Cimeira das Democracias, jovens alunos do Ensino Secundário, num compromisso que alia negociação, diálogo e diplomacia.

Procuramos, sobretudo, estimular a partici- pação numa reflexão informada, num debate dinâmico, pautado pela troca de ideias, concre- tas e fundamentadas. Queremos não só chamar a atenção para problemas muito concretos que enfrentamos hoje, mas sobretudo apontar para oportu- nidades de encontrar soluções melhores quando em conjunto pensamos, debatemos e imaginamos uma Europa mais forte – e uma Democracia revitalizada.

Os alunos, que no dia 4 de Maio, vinham de Escolas Secundárias de todo o país (desde o Algarve até ao Porto, passando por Beja, Lisboa e Coimbra), desde cedo começaram a trabalhar: mesmo antes do dia da Cimeira já tinham trabalho de casa. Todos tinham uma tarefa: estudar o país que iriam representar, tal como diplomatas que defendem com afinco os interesses da sua nação. No dia da Cimeira todos estavam bem preparados, prontos para iniciar a sua aventura no mundo da diplomacia e das dinâmicas discussões e debates que tanto caracterizam as organizações internacionais. Foram recebidos pelos nossos incansáveis alunos da Licenciatura que muito bem desempenharam o papel de “anfitriões”. Sempre sorridentes e simpáticos, abriram as portas da sua Escola. Mas logo no início uma agradável surpresa para alguns: os embaixadores reais decidiram recebê-los. Assim, acolhemos ambos, num encontro muito proveitoso para todos.


 

Portfólio - Futurália IEP #62

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Da nossa equipa da Futurália fizeram parte imensos alunos do IEP que, com muito gosto e entusiasmo, apresentaram este Programa de Licenciatura.

Desde há quatro anos tenho o privilégio de ter um contato próximo e, poderei dizer, inesquecível com a Futurália. Foi esta feira que me ajudou a escolher a casa para o meu futuro académico e foi a ela que voltei mais tarde, enquanto promotora, ou melhor dizendo, como aluna do IEP, representando com enorme orgulho a Instituição que me acolheu e onde tanto estudei e aprendi. A Futurália é a maior feira de oportunidades educativas em Portugal, é o primeiro passo decisivo com que se deparam os alunos do ensino secundário. Estes trazem consigo imensas dúvidas, incertezas e medos, vêm à procura das melhores oportunidades para um futuro próspero. Vêm, acima de tudo, à procura da realização dos seus sonhos. Tendo isso em conta, aquilo que o IEP procura transmitir logo no primeiro contato com estes alunos é precisamente que cada um deve ter o direito de poder fazer a sua própria escolha académica. Que a melhor escolha é livre e autónoma.

Nos últimos anos, o curso tem ganho imensa dimensão e popularidade; e assim as perguntas sobre “o que é o curso?” são cada vez menos frequentes. Talvez os in- tensos e marcantes acontecimentos globais na arena política, económica e social que afetam não apenas os Estados, mas todos os cidadãos, tenham despertado curiosidade e mais consciência nas camadas juvenis, que cada vez mais percebem a importância, ou necessidade, do estudo dessas matérias. A pergunta que mais se ouve atualmente é “o que é o IEP?” e “o que distingue o IEP?”. E, para responder as estas questões, não há melhores pessoas do que os alunos do IEP. Os nossos alunos partilham em pleno a sua vivência escolar e a fantástica experiência no IEP. No entanto, a aten- ção dos alunos é captada acima de tudo quando lhes é transmitida a essência do curso: os Grandes autores sobre os quais todos falam, mas que os alunos do IEP discutiram, conhecem e dominam através de uma leitura fundamentada. Os autores clássicos são intemporais: eles adaptam- -se aos desafios presentes e percebem o futuro por que conhecem a imutável natureza humana. Um dos pontos fortes que destacamos é ainda a multiplicidade de matérias que estudamos, muito dife- rentes, mas cuja coexistência acreditamos ser essencial para o desenvolvimento de capacidades analíticas e críticas, capazes de oferecer soluções eficientes para os desafios locais e globais.


     

Estoril Political Forum: 25 Anos IEP-UCP: 20 Anos

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Esta edição 62 de Nova Cidadania é publicada na abertura da 25a edição do Estoril Political Forum, que decorre no Hotel Palácio do Estoril, entre 26 e 28 de Junho de 2017, sob a chancela do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa — e cujo programa abre esta edição.

Nesta ocasião, celebram-se dois aniversários: os 25 anos do Estoril Political Forum (EPF, iniciados no Convento da Arrábida, em 1993) e os 20 anos do Instituto de Estudos Políticos da Católica (IEP-UCP, fundado em 1996/1997 — e que em boa medida foi inspirado pelos Encontros da Arrábida, graças à visão inspiradora do Presidente do nosso Conselho Editorial, Mário Pinto).

Para assinalar estes dois aniversários, a presente edição de Nova Cidadania será oferecida a todos os participantes no jantar de abertura do Estoril Political Forum, a 26 de Junho. Este jantar assinala os dois aniversários acima referidos e consagrará o lançamento do IEP Alumni Club: o clube de antigos alunos do IEP-UCP. (É também com prazer que assinalamos nesta edição de Nova Cidadania a inclusão de contributos de cinco alunos do IEP-UCP).

O que distingue a experiência desses alunos actuais e antigos do IEP-UCP? Por outras palavras, o que é que distingue o IEP-UCP, o Estoril Political Forum e esta revista? Cada um saberá descrever a sua experiência pessoal. Mas talvez ninguém saiba exactamente como descrever a experiência de todos. Acreditamos que este é um bom sinal. Não somos projectos desenhados geometricamente, não obedecemos a tendências ou facções particulares. Mas somos guiados por ideais comuns, que reunem em conversação diferentes tendências particulares — embora, certamente, não todas as tendências particulares.

Talvez um traço comum destas ten- dências particulares que aqui se reunem possa ter uma feliz expressão no título central de capa desta edição: A Tradição Ocidental da Liberdade e as suas Raízes Clássicas e Cristãs nos Grandes Livros. Neste título, e no brilhante ensaio de Anthony O’Hear que lhe corresponde, está todo um programa que temos procurado seguir: o orgulho de sermos ocidentais; a humildade de compreen- dermos que o Ocidente não é fruto de um plano singular, certamente não de uma qualquer ruptura revolucionária; o orgulho humilde de sabermos que a tradição ocidental assenta numa longa conversação pluralista, fundada sobretudo nos contributos clássicos e cristãos.

É esta tradição que está consagrada nos Grandes Livros, cujo estudo está no centro dos programas de Licenciatura, Mestrado e Doutoramento do IEP-UCP. Para utilizar expressões correntes, esta tradição não é de esquerda nem de direita. Mas também não pretende “estar acima” da esquerda e da direita — uma expressão que encaramos com desconforto. No nosso entender, a tradição ocidental da liberdade sob a lei engloba a esquerda e a direita democráticas — funda-se e alimenta-se da concorrência civilizada entre elas.

Por este motivo fundacional, orgulhamo-nos também de incluir nesta edição elogios a dois estadistas portugueses — Mário Soares e Aníbal Cavaco Silva — que contribuíram decisivamente para a consolidação da democracia portuguesa. Embora pertençam a famílias políticas diferentes — ou talvez precisamente por isso mesmo — ambos contribuíram para restabelecer entre nós a concorrência e o diálogo civilizados entre perspectivas diferentes.

Talvez, no fim de contas, esta possa ser uma ideia tentativa para designar a experiência comum dos que têm passado pelo IEP-UCP, pelo EPF e por esta revista: uma conversação civilizada e informada entre perspectivas diferentes. Talvez esta conversação seja um ingrediente importante do tema que preside ao Estoril Political Forum deste ano: “Defendendo a Tradição Ocidental da Liberdade sob a Lei”.


 

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